Menu iconA vertical stack of three evenly spaced horizontal lines.

Inscreva-se Para Mais!

Receba nossas últimas notícias sobre o mundo das criptomoedas.

Você foi inscrito com sucesso! Ops! Algo deu errado, tente novamente.
Edit Template

Banco Central reforça fiscalização sobre empresas de criptomoedas

Banco Central avança na supervisão do mercado cripto

O Banco Central do Brasil (BCB) deu mais um passo na regulamentação do setor de criptomoedas ao anunciar a liberação do ambiente de testes para envio do documento C212 – Prestação de Serviços de Ativos Virtuais no Mercado de Câmbio.

A medida foi oficializada por meio do Comunicado nº 44.851, publicado em março de 2026, e faz parte do processo de ampliação da supervisão sobre operações envolvendo ativos digitais.

Na prática, o novo sistema permitirá que o Banco Central tenha mais visibilidade sobre transações relacionadas a criptomoedas que envolvam operações cambiais, como transferências internacionais ou negociações referenciadas em moedas estrangeiras.

Exchanges terão que registrar informações detalhadas

Com a implementação do novo modelo de reporte, empresas que prestam serviços com criptoativos precisarão registrar uma série de dados sobre as operações realizadas.

Entre as informações exigidas estão:

  • Identificação da instituição responsável pela operação

  • Identificação do cliente (CPF ou CNPJ)

  • Tipo de transação realizada

  • Valor da operação

  • Criptomoeda utilizada (como Bitcoin, Ether ou stablecoins)

Essas informações permitem ao regulador acompanhar com maior precisão movimentações financeiras envolvendo ativos digitais no mercado internacional.

Além disso, o relatório também pode incluir dados sobre:

  • pagamentos internacionais com criptomoedas

  • transferências transfronteiriças

  • compra e venda de criptoativos vinculados ao mercado de câmbio

  • movimentações entre carteiras digitais, inclusive autocustodiadas, quando relacionadas a operações cambiais.

Registro diário das operações

Embora o envio do relatório ao Banco Central seja periódico, parte das informações que alimentam o documento precisa ser registrada diariamente pelas instituições.

Isso significa que exchanges e prestadores de serviços de ativos virtuais deverão manter um controle contínuo das operações realizadas por seus clientes.

Posteriormente, esses dados são consolidados e enviados ao regulador por meio de relatórios padronizados.

Segundo especialistas, essa estrutura permite ao Banco Central acompanhar de forma mais eficiente os fluxos financeiros ligados a criptomoedas, especialmente aqueles com impacto no mercado de câmbio.

Novo sistema de envio de dados ao Banco Central

O documento regulatório C212 deverá ser transmitido utilizando o arquivo identificado como ACAM212, que será enviado ao Banco Central por meio do Sistema de Transferência de Arquivos (STA).

Antes da obrigatoriedade plena do envio das informações, o BC liberou um ambiente de homologação, permitindo que instituições realizem testes e adaptem seus sistemas.

Para acessar o ambiente de testes, as empresas precisam solicitar autorização por meio do Sistema de Informações do Banco Central (Sisbacen).

No caso das exchanges e demais prestadoras de serviços de ativos virtuais, será necessário solicitar acesso ao serviço PSTA300, específico para esse tipo de reporte regulatório.

O Banco Central também disponibilizou o leiaute do arquivo ACAM213, que permite às instituições verificar se os dados enviados foram processados corretamente pelo sistema.

Mais controle sobre o mercado de criptomoedas

O novo mecanismo de reporte faz parte de um movimento mais amplo de integração do mercado de criptomoedas ao sistema financeiro regulado no Brasil.

Nos últimos anos, o país avançou na criação de regras para o setor, incluindo a aprovação do Marco Legal dos Criptoativos (Lei 14.478/2022), que estabeleceu diretrizes para empresas que prestam serviços envolvendo ativos virtuais.

Com sistemas de monitoramento mais sofisticados, o Banco Central busca:

  1. aumentar a transparência das operações

  2. reduzir riscos de fraude e lavagem de dinheiro

  3. acompanhar fluxos internacionais de capital

  4. integrar o mercado cripto à supervisão financeira tradicional

Especialistas avaliam que a tendência é que o setor passe por um processo de profissionalização e fortalecimento regulatório, aproximando exchanges das mesmas exigências aplicadas às instituições financeiras tradicionais.

Fonte oficial:

Isenção de Responsabilidade

As informações apresentadas são de caráter informativo e não constituem recomendação de investimento ou aconselhamento financeiro. Recomendamos que os leitores realizem suas próprias pesquisas antes de tomar qualquer decisão.

Escolhas do Editor

  • All Post
    •   Back
  • All Post
    •   Back

Notícias Relacionadas

Deixe seu Comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Inscreva-se na Nossa Newsletter!

Fique sempre atualizado com as últimas tendências e notícias do mercado cripto!

Você foi inscrito com sucesso! Ops! Algo deu errado, tente novamente.

Assine nossa newsletter e receba diretamente no seu e-mail análises exclusivas, insights de especialistas e as novidades mais quentes do universo das criptomoedas.

Destaque

Bitcoin

Altcoins

Análise

Customer Support

NFTs

Análise

Bitcoin

Ethereum

Solana

Altcoins

Sobre Nós

Quem Somos

Política e Privacidade

Contato

© 2024 Todos Direitos Reservados

Inscreva-se Para Mais!

Receba nossas últimas notícias sobre o mundo das criptomoedas.

Você foi inscrito com sucesso! Ops! Algo deu errado, tente novamente.
Edit Template
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

Pesquisas Recentes